No Dia Mundial da Saúde, conheça histórias de quem superou diferentes doenças no último ano

Saúde - 6 de abril de 2021
Assessoria de Comunicação

Nunca se falou tanto sobre saúde como no último ano. Nesta quarta-feira, 07, o tema ganha visibilidade mais uma vez, ao ser celebrado o Dia Mundial da Saúde. A data busca conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação da saúde para ter uma melhor qualidade de vida. Em um momento em que a pandemia de Covid-19 chegou como mais um desafio à saúde mundial, a Unimed Sul Capixaba destaca histórias de enfrentamento e superação de doenças, reforçando a importância da prevenção para a manutenção de uma boa qualidade de vida.

A professora aposentada Márcia Machado, de 55 anos, é um desses casos de força e superação, após enfrentar por três vezes um câncer na região do intestino. O primeiro veio quando a professora tinha 29 anos e, segundo ela, foi o mais difícil de superar, quando acabou desenvolvendo depressão. O último tratamento, realizado no Hospital Unimed, em Cachoeiro de Itapemirim, ocorreu entre dezembro de 2020 e março de 2021, quando foram feitas seis sessões de quimioterapia.

Antes disso, em novembro, a professora aposentada passou por uma cirurgia no intestino, ficando 25 dias internada na unidade. “O atendimento foi excelente, de médicos, enfermeiros, psicóloga, recepcionista, e mesmo do pessoal da cozinha, pois o meu organismo não estava aceitando muita alimentação, mas eles faziam a comida do jeito que dava para mim, com muitas vitaminas e uma comida deliciosa”, afirma.

Outro caso marcante no Hospital Unimed foi o do comerciante Carlos Roberto da Silva, de 71 anos, que passou os últimos oito meses internado por complicações causadas pela Covid-19. Ele e a esposa, Lucimar Fernandes de Souza, de 57 anos, contraíram a doença juntos, mas o quadro dele evoluiu. O comerciante foi internado após sentir muito cansaço e falta de ar.  Em mais de 250 dias internado, Carlos Roberto chegou a ter 70% do pulmão comprometido. A alta veio no dia 18 de março. Atualmente, o comerciante passa por fisioterapia, mas se recupera bem em casa, em Castelo.

“Ter ele de volta é algo inexplicável e igualmente mágico. Eu só tenho a agradecer”, disse a esposa, que elogiou a assistência prestada ao paciente durante todo o período. “Meu marido foi muito bem assistido, tratado com carinho pela equipe médica e pela equipe de Enfermagem. Esse acolhimento foi essencial para a sua recuperação, não tenho dúvida”, afirmou.

Prevenção por meio da Atenção Integral à Saúde

Além de uma estrutura adequada e atendimento de qualidade no tratamento de doenças, a prevenção por meio do modelo de Atenção Integral à Saúde tem sido um dos objetivos da Unimed Sul Capixaba para a preservação da saúde e da qualidade de vida dos clientes. Uma equipe multidisciplinar, formada por médicos, enfermeiros, nutricionistas e psicólogos acompanha todo o histórico de saúde do cliente, realizando um atendimento próximo, personalizado e contínuo. O modelo é adotado no Espaço Viver Bem, em Cachoeiro de Itapemirim, e nas Unidades de Atendimento de Castelo e de Iconha, com o produto Unimed Personal.

“Nós fazemos atendimentos focados em todos os ciclos de vida desde o nascimento. O médico de família faz uma abordagem relacionando questões familiares, ambientais, sociais e psicológicas dos pacientes. É um envolvimento global, voltado tanto para a parte preventiva, quanto para tratar a pessoa de forma individualizada, ao longo da sua vida”, explica a médica da Família e coordenadora da Assistência Integral à Saúde da Unimed Sul Capixaba, Juliana Nogueira.

Em um cenário de pandemia, a médica destaca a necessidade do cuidado com a saúde mental. “Sempre recomendamos que o paciente tenha atividades de lazer, faça atividades físicas, para buscar relaxamento e fazer o que gosta. Do ponto de vista preventivo, também é necessário buscar por uma alimentação saudável e uma boa rotina de sono, com horário para dormir e acordar, inclusive nos finais de semana. Também é importante evitar o excesso de mídias e estímulos audiovisuais, como internet e televisão, e, independente de sintomas, participar de uma consulta ao menos uma vez ao ano, com o médico que já acompanha o paciente”, recomenda.