Movimento que poderia enfraquecer Bruno Resende tem efeito reverso e pode deixa-lo mais forte na disputa

Essa semana é o prazo para definição partidária do deputado

Publicado por: Redação Em: Política No dia: 30 de março de 2026


Um movimento político na última semana poderia ter deixado o deputado estadual Bruno Resende abalado, mas, ao que tudo indica, o efeito foi reverso e ele pode sair mais forte nessa jogada.
Pensando em trocar de partido para disputar a eleição desse ano, com vistas a uma vaga de deputado federal, Bruno havia iniciado conversas com algumas siglas. Nome forte na disputa, o deputado é considerado favorito por onde passa e, por isso, é desejado por uns, e preterido por outros.

Ao ver um dos partidos que havia lhe prometido um caminho favorável descumprir a promessa que lhe fora feita, a conjuntura mudou e um novo cenário se apresentou para Bruno Resende.
Apesar de ter mantido sua palavra em todos os acordos feitos em mais de três anos de mandato, a sua fidelidade não foi levada em conta por quem contou com seu apoio até então.

A tentativa de enfraquece-lo, inflando partidos com nomes que podem atrapalhar seu resultado eleitoral, o colocou diante de uma nova realidade, deixando-o à vontade para escolher qual caminho quer seguir. O fogo amigo jogou Bruno para uma zona neutra, podendo ele, agora, decidir se continua ou não na base do governo. A bem da verdade, continuar onde está seria contrassenso. Afinal, os movimentos feitos demonstram duas situações: ou não o querem por lá; ou até querem, mas não com mandato.

A política tem dessas coisas. Ela ama traição, mas odeia o traidor. E, nesse caso, Bruno sai como vítima de um processo que terá o efeito reverso: ao tentar enfraquece-lo, deixará ainda mais forte.
Bruno Resende tem uma identidade política em um espectro mais à direita. No entanto, seus eleitores, aparentemente, não fazem essa distinção partidária. Conhecem o Bruno primeiro como médico e, agora, como deputado. O elegeram porque conhecem sua trajetória. O partido é um detalhe.

Agora, o mercado político que tentou golpeá-lo terá que assistir uma reação que pode surpreender. E, no final, em outubro, quando as urnas abrirem, a verdade prevalecerá.