Mesmo com dívidas, vem aí o ITA Bank, o banco digital do Grupo Itapemirim


Publicado por: Redação Em: Economia No dia: 11 de julho de 2021


O Grupo Itapemirim mesmo com grande volume de dívidas, segue sendo um dos mais versáteis do país e agora vai acessar o segmento de instituições financeiras, pois pretende lançar seu banco digital, o ITA BANK.

Segundo veículo de comunicação do mercado financeiro, a fintech vai brigar também com as carteiras digitais, ou seja, deve chegar no mercado com o máximo de produtos e serviços possível.

Na prática, os clientes do ITA Bank terão uma conta digital pelo celular, podendo utilizar serviços bancários sem sair de casa.

Também disse que o aplicativo vai permitir ações básicas como transferências de valores via Pix ou entre contas digitais do ITA Bank, TED para outros bancos, pagamento de contas e boletos, além do recebimento de valores de qualquer instituição.

ITA Bank

A companhia é tão ágil que já colocou no ar o site do ITA Bank. Entretanto, ainda não divulgou informações mais detalhadas sobre o seu funcionamento.

A adesão será gratuita e não haverá taxa de manutenção. O mercado estim que o oficial ocorra no terceiro trimestre de 2021 nas lojas de aplicativos Apple Store e no Google Play, podendo ocorrer nas próximas semanas.

ara se ter ideia da velocidade, a primeira edição da revista de bordo da ITA já traz propaganda do ITA Bank.

O grupo

Além da Viação Itapemirim (transporte rodoviário de passageiros), da Itapemirim Express (transporte de carga) e da ITA (companhia aérea), o Grupo Itapemirim possui ainda outras empresas, como o Bom Sinal, com foco em soluções para o transporte público, como o VLT, a Cruzaço, para a fabricação de peças fundidas para o setor rodoviário e de mineração, a Hwwitt, de equipamentos para o setor ferroviário, e a T’Trans, com foco no setor metroviário.

Porém, convive com denúncias de toda a ordem como a do China Construction Bank Brasil, antigo BicBanco, está pedindo ao juiz da recuperação judicial da Viação Itapemirim que destitua o empresário Sidnei Piva da administração  da empresa. O banco acusa o empresário de desviar recursos da empresa de ônibus, obtidos com a venda de ativos, para criar uma companhia aérea, sem a aprovação prévia dos credores. Cerca de 30% do dinheiro obtido com a venda de ativos teriam sido aplicados na companhia aérea e somente 27% para pagamento de credores, que reclamam que o plano não está sendo cumprido. O próprio banco chinês já pediu a falência da empresa, o que não foi ainda analisado pela Justiça. Além disso, o banco diz que a empresa está deficitária e pede que o juiz exija que Piva relacione as dívidas extraconcursais, o que inclui dívidas com o fisco e com o próprio CCB.