
Publicado por: Redação Em: Política No dia: 10 de fevereiro de 2022
Mais uma atitude populista que acaba não dando em absolutamente nada do vereador Juninho da Cofril. Na sua ansiedade de querer mostrar serviço e exigir que os outros cumpram suas vontades, Juninho da Cofril acionou a justiça para que o secretário municipal Manutenção e Serviços de Cachoeiro, Vander Maciel, fosse obrigado ir à Câmara prestar esclarecimentos sobre uma carga de cimento.
Acontece que o presidente da Casa, Braz Zagoto, já havia garantido para Juninho da Cofril que o secretário seria convocado para conceder tais esclarecimentos. Sem confiar na palavra do presidente, Juninho acionou o Poder Judiciário para fazer valer o seu desejo. Antes que fosse necessária uma sentença judicial, o secretário esteve na Câmara, prestou esclarecimentos e a denúncia não passou de mais uma balela de Juninho da Cofril e seu grupo sensacionalista, composto por ele, Léo Camargo e Ary Correa. Sentença clique e leia!
Ontem, o juiz decidiu: “conforme se observa da manifestação do impetrante, o Secretário Municipal de Obras compareceu à Sessão Ordinária da CMCI no dia 26/10/2021. Nesse cenário, conforme bem pontuado no parecer ministerial, entendo que o objeto do presente mandado de segurança foi alcançado, ainda que de modo diverso do pleiteado pelo impetrante. Por esse motivo, configurou-se a perda superveniente do objeto deste mandamus razão pela qual a extinção do feito”.
Com isso, Juninho da Cofril gasta tempo e dinheiro do judiciário de forma desnecessária, além de demonstrar não confiar na palavra do presidente Braz Zagoto. E, assim como em outras ocasiões, como quando prometeu aos comerciantes que o comércio iria abrir no auge da pandemia e, obviamente, não abriu, Juninho mostra que além da necropolítica adota uma postura populista, como políticos antigos.

