Juninho da Cofril: arrogância, prepotência e a mania de humilhar as pessoas


Publicado por: Redação Em: Política No dia: 5 de outubro de 2024


O processo eleitoral costuma trazer à tona um monte de verdades. É quando as máscaras caem e pessoas são desnudadas. Em Cachoeiro de Itapemirim, o candidato a vice-prefeito Juninho da Cofril tem demonstrado um lado obscuro e assustador, mas que, para quem convive com ele, não é novidade nenhuma.
Juninho da Cofril tem tentado confundir o eleitor com informações mentirosas sobre ele mesmo, quando o assunto é recuar do chamado divino de ser padre para alimentar sua vaidade política e inflar o seu ego, matando a sua sede pelo poder.
Recentemente, ele disse aos apoiadores de Lorena Vasques que “a partir de 7 de outubro estariam libertos” e que em janeiro estariam todos sem emprego. Depois, foi para as redes sociais postar um vídeo com a música “arruma a mala aê”, fazendo uma referência às pessoas que hoje ocupam cargo comissionado na prefeitura e que em breve serão exoneradas, acredita ele. Atitudes assim não são apenas infelizes. É repugnante.
Talvez por sua pouca idade ou por ter sido criado no reinado Cofril, onde o “princeso” é ele próprio, vivendo cercado de regalias, jogando boleba em carpete, sem nunca ter tido o privilégio de correr atrás de uma pipa ou machucar o pé em uma partida de futebol na rua, ele não conheça pessoas dispostas a ir para a rua defender uma candidatura por livre e espontânea vontade, pessoas que acreditam em seus candidatos, pensam no melhor para a cidade e, quem sabe, por terem medo de pessoas como ele assumirem uma função pública e acharem que prefeitura é o cercadinho encantado dele, onde servidores devem ser serviçais.
Sua vida de muito dinheiro talvez tenha lhe ensinado que para ter pessoas ao seu lado é só pagar que elas vêm. O dinheiro compra muita coisa, mas não forja caráter, nem uma amizade sincera ou apoio genuíno.
Quem trabalha na prefeitura está servido à cidade. Não está ali para brincadeira. Eleição passa. Mandato tem prazo de validade: quatro anos. E, acredite, as pessoas sabem se virar estando com emprego ou não no Poder Público.
O que não vai passar é o sentimento de que Juninho da Cofril é um desserviço à política Cachoeirense. E ao contrário do que muitos pensavam, ao invés de ajudar, está atrapalhando Ferraço. A queda nas pesquisas não é culpa do deputado. Pode colocar tudo na conta da postura arrogante, mimada, prepotente e de humilhar pessoas de Juninho da Cofril.




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