Jonas Nogueira sai da eleição menor do que entrou. Seria a hora de parar?


Publicado por: Redação Em: Política No dia: 15 de novembro de 2020


Existem várias formas de entrar e sair de uma eleição como candidato a prefeito. E, certamente, nenhuma delas é como fez Jonas Nogueira. Superestimado por conta de um resultado mediano quando foi candidato a deputado federal em 2018, ele entrou na disputa a prefeitura de Cachoeiro com a promessa de polarizar com Victor Coelho. Sua campanha foi trágica em todos os sentidos e o resultado apareceu nas urnas. Sua única vitória eleitoral foi como vice-prefeito de Victor. Sozinho, nunca ganhou para nada, nem para vereador e, agora, com essa votação, deveria entender o recado: apenas pare, política não é o seu forte.

A condução política de Jonas durante os últimos quatro anos, na verdade, foi um acúmulo de erros e equívocos. Rompeu com o seu prefeito Victor Coelho, abriu mão de exercer a função de vice, mas não renunciou e continuou recebendo o salário. Adotou uma postura de franco atirador, transformando qualquer buraco numa rua qualquer em mega problema e ingerência da prefeitura da qual ele fez parte.

Parecia mais um presidente de associação de bairro do que um vice-prefeito. Denúncias para tudo quanto é lado. Nenhuma delas prosperou. Escolheu Wellington Callegari para ser o seu candidato a vice-prefeito. Logo ele, que sempre se vangloriou por fazer política sem interesses eleitorais.

Jonas é advogado, contador, jornalista, e sabe mais lá o que ele se qualificou para exercer profissionalmente, mas uma coisa ele mostrou que não é: político.

 

 




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